sexta-feira, 10 de dezembro de 2010

Summer poderia ser alguém que eu conheço bem.. Tom também..


- Summer: É que eu acordei um dia e eu soube…
- Tom: Soube o quê?
- Summer: Que com você eu nunca tive certeza.
- Tom: Sabe o que é chato? Perceber que tudo que acreditamos é mentira. É um saco.

quinta-feira, 16 de setembro de 2010

O que sobra?

Passeando pelo blog Poetriz encontrei esse texto que se encaixa perfeitamente aqui, já que há tempos não tenho ânimo para escrever... E aí: o que sobra?

"Quando se perde a vontade de escrever, o que sobra?
Se somos apenas palavras ditas e caladas?

Quando se perde a vontade de escrever, o que vem depois?
Depois vem silêncio, embaraço, constrangimento?
Vem calada, muda, nua?

Guarda os sentimentos.
Esconde as vontades.
Engole as lágrimas.
Prende o choro.

O lápis na mesa, a caneta na gaveta.
Nem grafite, nem carbono ou diamantes.

Pelo menos sobram árvores e oxigênio.
Papel em branco.

As mãos paradas.
Espalmadas.
Separadas.

O olhar perdido.
Inconstante.
Distante.

O pensamento longe.
O coração ausente.
"

segunda-feira, 25 de janeiro de 2010

Chega a fazer medo...

Sempre me encantei com os diálogos do filme 'Lisbela e o Prisioneiro'.
Hoje, esse que aqui transcrevo, me chamou uma atenção especial...


-Parece que estou ficando doida!
-Parece até que eu tô sonhando!
-É, mas chegou a hora de acordar!
-Acordar pra quê? (...)
-(...) Histórias como a nossa, costumam acabar mal!
-Que a nossa não acabe nunca! Quanto mais amor eu sinto, mais falta pra sentir!
-Um dia termina. Vai dizer que nunca gostou de outra mulher antes?
-Sempre gostava de todas de uma vez só. Mas é a primeira vez que eu gosto só de uma, pra sempre. Minha vida se encaixa na sua, dona Lisbela, tudo se encaixa na minha vida.
-Não devia lhe dizer, mas, estou me derretendo toda por você. Coração mole, as pernas bambas, mão molhada. Chega a fazer medo!
-Eu tenho medo também! Mas eu não tenho medo de ter medo.




''é pouco tempo pra vida da gente mudar tanto..."

sábado, 19 de dezembro de 2009

...

Tem dias que estou querendo escrever aqui... Meu blog ficou um pouco abandonado e bagunçado por um tempo ne?!
Foi preciso... o tempo necessário para que eu arrumasse a bagunça que estava dentro de mim.
Não posso dizer que essa está de todo resolvida... mas o tempo não para, e assim, vamos voltar a normalidade.

Como já disse em posts anteriores, o semestre foi puxado, nada animador e totalmente cansativo. Mas acabou, e junto com ele acabaram outras coisas também.

Com o fim do ano se aproximando, a gente pensa muito em desejos, sonhos e realizações... Eu tenho pensado pouco. Ando desiludida, mas espero 2010 de portas abertas, ansiosa pelo futuro. Pelo menos, espero que se inicie uma nova fase, sei lá... tenho necessidade de coisas novas e diferentes.

Fazendo um balanço de 2009, tenho muitas coisas a agradecer, claro!!! Muitas coisas boas aconteceram, mas posso dizer, que já tive anos melhores.

Depois que a gente entra pra faculdade, passa a pensar na vida em ''semestres'' e não mais em meses ou anos. Por assim dizer, 2009/1 foi muito bom... já 2009/2 conseguiu levar tudo pro buraco.

Enfim acabei perdendo o foco do post... é sempre assim.
Na verdade, eu vim aqui para colocar a letra de uma música que caiu como uma luva para minha atual situação...

"Preste atenção
Não abra mão dos próprios sonhos
Não tem perdão
Não deixe de sonhar
Não deixe de sorrir
Pois não vai encontrar
Quem vá sorrir por ti..."
Chimarruts - Não Deixe de Sonhar

quinta-feira, 19 de novembro de 2009

Fato!!!

"Sei lá...
Tem dias que a gente olha pra si
E se pergunta se é mesmo isso aí
Que a gente achou que ia ser
Quando a gente crescer
E nossa história de repente ficou
Alguma coisa que alguém inventou
A gente não se reconhece ali
No oposto de um déjà vu

Sei lá...
Tem tanta coisa que a gente não diz
E se pergunta se anda feliz
Com o rumo que a vida tomou
No trabalho e no amor
Se a gente é dono do próprio nariz
Ou o espelho é que se transformou
A gente não se reconhece ali
No oposto de um vis a vis

Por isso eu quero mais
Não dá pra ser depois
Do que ficou pra trás
Na hora que já é!"

sábado, 10 de outubro de 2009

Desde que as aulas começaram não tenho tempo para mais nada. Moro na faculdade e minha casa é somente o lugar que eu vou pra dormir e passar os finais de semana.
Aulas começam as 8h da manhã e terminam, geralmente, ás 18h. Digo geralmente porque na segunda ela insiste em ir até as 20h.
Não tenho tempo para estudar (mais? sim, para as provas!), não tenho tempo de fazer relatórios, não tenho tempo de ouvir música, não tenho tempo de fazer minha unha, não tenho tempo para cuidar de mim, nem para ler livros que tanto adoro, não tenho tempo nem assunto pra conversar com as pessoas.
Resumindo, a faculdade me tornou uma pessoa chata, cansada e totalmente irritável.
Meu material de estudo é o corpo humano, e tenho observado em mim mesma os sinais maléficos do stress, os efeitos dos hormônios e os limites do ser humano.
Ando muito dispersa e tem horas que no meio de uma aula, tenho vontade de levantar e simplesmente ir pra casa, almoçar a comidinha de lá, ouvir uma música boa, ler um bom livro.
Mas não posso.
Devo continuar lá, porque é isso que eu espero de mim, é isso que eu sonhei pra minha vida, é para esse caminho que minhas escolhas me levaram.


"Sei lá, tem dias que a gente olha pra si, e se pergunta se é mesmo isso aí, que a gente achou que ia ser quando a gente crescer..."

sábado, 22 de agosto de 2009

Mais um degrau...


Sabe quando você passa muito tempo pensando como seria uma coisa e, desejando que aconteça logo?

E quando chega na véspera do acontecimento te dá um frio na barriga, uma vontade de pedir altas e sair correndo?

Pois é assim que estou me sentindo, exatamente assim!

Segunda feira muitas coisas novas estarão acontecendo! Atenderei meu primeiro paciente de terapia, como estagiária no Ambulatório de Fonoaudiologia do HC-UFMG. Farei minhas primeiras orientações às gestantes atendidas no Hospital Borges da Costa.

Um degrau a mais que vou subir, uma nova fase; talvez a mais decisiva de todas.

O frio na barriga é exatamente por isso, sempre fico assim com novas situações. Mesmo que eu esteja me sentindo preparada, a vontade de fazer sempre o melhor acaba criando o tal frio na barriga.


Há muito tempo um trecho de um livro sobre terapias e tratamentos me chamou atenção. Não lembro qual era o nom dele, e me esqueci de anotar, mas o que ele dizia transcrevo aqui, e guardo como lema:

"Curar, quando possível; cuidar e solidarizar sempre."


Farei tudo com dedicação e carinho.
Quero sempre dar o meu melhor, para descobrir o melhor de cada paciente e ajudá-lo a chegar lá.